Tentando ver além do que parece, andar numa estrada certa às cegas, jogando ao vento o que está me arrasando e levando somente o necessário.
Joguei no mar todas as memórias inúteis, sonhando com o natural, com a vida simples, vivendo com o que restou e com minha insistência absurda de achar (imaginar) que o meu algoz é bom. Não basta viver só de amor... viver é isso e muito mais: é respeito, compreensão, silêncio, aplausos, alegrias, leveza..é dar as mãos quando é só disso que precisamos...
Parar de achar que alguns sentimentos são eternos e ver que sou além do que quero... do que desejo...pra quê ficar juntando os pedacinhos do que acredito ter acabado...
Nágela Fouraux
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